Da Redação
Com ONU News em Nova Iorque
As Nações Unidas marcam, este 10 de outubro, o Dia Mundial contra a Pena de Morte com uma nota que cita São Tomé e Príncipe como um dos exemplos de progresso para a abolição do tipo de punição no mundo.
Desde o ano passado, o país lusófono é Estado-Parte do Segundo Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, o único tratado universal que pretende o fim da pena de morte.
Esforços
O Togo e a República Dominicana também passaram a fazer parte do grupo em 2016. Em setembro passado, Madagáscar tornou-se o 85º Estado a assumir o compromisso e a Gâmbia avançou um pouco mais nesse sentido assinando o tratado, destaca a nota.
A expectativa do Escritório é que o tipo de iniciativas inspire outros Estados a avançar nos esforços para abolir a pena de morte. O apelo é que os países que ainda não o fizeram ratifiquem o tratado e demonstrem o seu “compromisso com a abolição universal da pena de morte”.
Prisioneiros
O Escritório dos Direitos Humanos da ONU reafirma ainda a todos os Estados que está pronto para continuar a apoiar os esforços para abolir essa punição em todas as circunstâncias.
De acordo com as Nações Unidas há prisioneiros em vários países que continuam a enfrentar a execução, apesar de “mais de 160 Estados-membros com vários sistemas legais, tradições, culturas e origens religiosas terem abolido ou não a praticarem a pena”.