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Presidente da Ordem dos Médicos critica programa “Mais Médicos” e diz que só atraiu os aposentados portugueses

Por | 5 novembro, 2013 as 5:59 pm | Nenhum comentário

O presidente da Ordem dos Médicos de Portugal, José Manuel Silva disse que todos os que saíram de Portugal para o Brasil já estavam aposentados, “sem exceção’, afirmando que 45 médicos portugueses optaram por viajar ao Brasil e todos tinham mais de 65 anos, idade de aposentadoria em Portugal. Pelas leis em Lisboa, esses médicos já não podem atuar nos hospitais públicos de Portugal. Portanto, quem veio só veio pela idade, pelo fato (também) de serem “obrigados” a parar de trabalhar nos hospitais públicos de Portugal.
Na entrevista divulgada por jornais brasileiros, o presidente da OMP disse que em Lisboa, tem hoje apenas nove médicos desempregados e garante que eles não se inscreveram no projeto brasileiro.
“Não há como pensar que o projeto teria sucesso entre os portugueses. Só mesmo os aposentados viajaram”, referiu ele dando mais um dado: “mesmo aqueles que foram ao Brasil já tinham algum tipo de relação com o país ou eram mesmo filhos ou nascidos no Brasil.”
Abertamente crítico e contra o programa, José Manuel ainda criticou as condições oferecidas e ressaltou a “qualidade” dos padrões europeus. “Dificilmente um profissional que estudou medicina com padrões europeus de infra-estrutura terá condições de se adaptar a um local onde faltam recursos”, disse reforçando que os profissionais do seu país, que quiram buscar oportunidades em outros países, farão na Europa ou em outros países, “e não em um lugar sem estrutura”, criticou.
Ao final de suas declarações, o dirigente da Ordem ainda falou que se o Brasil fizer investimentos valerá a pena trazer médicos de fora, mas ressaltou que, “se ninguém quer trabalhar nesses locais, é porque tem algo” e completou que “parece que o Brasil quer tapar o sol com a peneira”.



O povo português não tem capacidade para criar riqueza suficiente para alimentar tamanha estrutura política do país, ou tem?

Por | 2 novembro, 2013 as 1:34 pm | Nenhum comentário

filialPor Odair Sene – No final do mês de outubro, a Lusa publicou declarações do cardeal José Policarpo, sobre o tamanho da dívida portuguesa, o qual afirmou em Setúbal, que Portugal, em caso de incumprimento, só teria dinheiro para um mês e meio e acusou a oposição de não apresentar soluções.
“Parece que ninguém sabe que Portugal está numa crise e dá a ideia que todos reagem como se o estado pudesse satisfazer as suas reivindicações”, disse o patriarca emérito de Lisboa, mostrando-se convicto de que o governo não tem condições para satisfazer as reivindicações dos sindicatos e partidos da oposição.
“Não encontrei ninguém das oposições – todas elas – que apresentasse soluções. E se falhasse este mecanismo da economia liberal [apoio financeiro no âmbito do pedido de resgate], Portugal só teria dinheiro para mês e meio”, frisou, acrescentando que, nesse cenário, “não haveria dinheiro para pagar salários e pensões”.
O cardeal José Policarpo falava a cerca de duas centenas de pessoas na Conferência “Caridade é a fé em ação”, promovida pelo Secretariado da Ação Social e Caritativa da Diocese de Setúbal, integrada nas celebrações do Ano da Fé.
“Se todos pusessem em primeiro lugar o bem comum e fizessem qualquer coisa que ajudasse a resolver o problema, estou convencido de que isto nos custava metade do preço e do sofrimento”, disse, acrescentando que, “estamos todos a pagar os erros cometidos com a especulação financeira em prejuízo das economias ocidentais”.
Porém (históricamente), os países nas piores condições financeiras costumam manter uma cultura de esbanjamento de recursos públicos sem lá muito pudor do que pensam as mídias internas, do que falam as mídias externas, seus opositores, seus tribunais, quanto menos seus cidadãos. Sem mudar essa cultura, o povo continuará a sustentar com sua pobreza, as mordomias políticas do sistema.
Há de se concordar com a ideia de que, a razão pela qual os países do norte da Europa estão a ficar cansados de subsidiar os países do Sul é tão simples como uma análise e a certa conclusão da estrutura montada pela e para a máquina pública seguir a funcionar em pleno vapor.
Sobre a estrutura política portuguesa:
PORTUGAL É O PAÍS DA EUROPA EM QUE, SIMULTANEAMENTE, SE VERIFICAM OS SALÁRIOS MAIS ALTOS A NÍVEL DE GESTORES/ADMINISTRADORES E O SALÁRIO MÍNIMO MAIS BAIXO PARA OS CIDADÃOS.

E a máquina pública:
GOVERNO PORTUGUÊS

- 3 Governos (continente e ilhas)
- 333 deputados (continente e ilhas)
- 308 presidentes de câmaras
- 4259 presidentes de junta de freguesia
- 1770 vereadores camarários
- 30.000 carros
- 40.000 (?) fundações e associações
- 500 assessores em Belém
- 1284 serviços e institutos públicos

Para que a Assembleia da República Portuguesa tenha um número de deputados “per capita” equivalentes à Alemanha, teria que reduzir o seu número em mais de 50%.
É um grande contraste com a atual condição econômica que vive o país. E dificulta ações de secretarias, ministérios, embaixadas e consulados, que tentam a todo modo trazer investimentos externos através da emigração. Logicamente os grandes empresários da diáspora têm uma visão do que passa na máquina pública.
Portanto, ao final, cabe uma resposta para o cardeal José Policarpo: aqui está uma solução:

Analise-se a estrutura política alemã e veja como lá está a funcionar. Depois estude-se a estrutura, bem maior, de Portugal.

Fica a pergunta: O POVO PORTUGUÊS NÃO TEM CAPACIDADE PARA CRIAR RIQUEZA SUFICIENTE PARA ALIMENTAR TAMANHA ESTRUTURA – OU (ainda) TEM?

 



Fátima Bernardes recebe título de sócia-proprietária do Vasco da Gama

Por | 19 setembro, 2013 as 3:24 pm | Nenhum comentário

O presidente do Vasco Roberto Dinamite entregou em mãos a homenagem à jornalista Fátima Bernardes. Foto: divulgação/Vasco.com.br

O presidente do Vasco Roberto Dinamite entregou em mãos a homenagem à jornalista Fátima Bernardes. Foto: divulgação/Vasco.com.br

No fim do mês de agosto, a jornalista e apresentadora vascaína Fátima Bernardes foi condecorada com o título de Sócio-Benfeitor Remido, entregue em mãos pelo presidente Roberto Dinamite. Na ocasião, Fátima participou de uma gravação para o programa “Estrelas”, exibido na Rede Globo e apresentado por Angélica.



Depois de cobrir final da Libertadores em Minas, radialistas morrem em acidente de carro

Por | 26 julho, 2013 as 2:31 pm | Nenhum comentário

Fernando Brettas morreu no local do acidente. (Imagem: Arquivo Pessoal)

Fernando Brettas morreu no local do acidente. (Imagem: Arquivo Pessoal)

Dois cronistas da Rádio Mega FM do Distrito Federal morreram na madrugada desta quinta-feira, 25, em acidente de carro. O locutor esportivo Maurício Leandro e o comentarista Fernando Brettas estavam voltando da cobertura da disputa pela Libertadores da América, entre Atlético-MG x Olímpia, quando sofreram o acidente.

Matéria do jornal Estado de Minas conta que a tragédia aconteceu na BR-040, em Felixlândia, na região central de Minas Gerais. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro em que estavam os profissionais saiu da pista na altura do km 370 e só parou quando bateu em uma árvore. Ambos ficaram presos nas ferragens. O terceiro passageiro foi socorrido e levado ao Hospital Municipal de Felixlândia, onde permanece internado com lesões leves.

Em nota, a Associação Brasiliense dos Cronistas Desportivos lamentou o ocorrido.

Veja a íntegra do comunicado:

A Direção de Comunicação da ABCD informa, com pesar, a morte do locutor esportivo Maurício Leandro e do comentarista Fernando Brettas, ambos da Rádio Mega FM 90,9.

Os dois sofreram um acidente na BR-040, próximo à Felixlândia/MG, por volta das 5h15, após retornar de Belo Horizonte/MG, onde transmitiram a decisão da Libertadores da América, entre Atlético/MG x Olímpia.

A informação foi confirmada pela Polícia Rodoviária Federal no início da manhã desta quarta-feira.

Em nota, a Rádio Mega FM lamenta muito o acidente. Que a alegria, competência, visão e amor pelo futebol ficarão sempre marcados na rádio. Hoje é um dia em que a Mega, infelizmente, não vai cumprir o seu papel de alegrar os ouvintes, afinal todos os profissionais estão sentidos. A ABCD se enluta pelo ocorrido e se solidariza com as famílias. (Fonte: Comunique-se).



Consulado de Santos a espera de equipamento para emissão do “Cartão Cidadão”

Por | 22 junho, 2012 as 3:26 pm | Nenhum comentário

Mundo Lusíada

José Duarte, José Augusto do Rosário, e Armênio Mendes, na sede da Casa da Madeira.

O cônsul-honorário de Portugal em Santos, Armênio Mendes, afirmou ao Mundo Lusíada na noite de 17 de maio, que está na espera (ainda) de poder emitir o Cartão do Cidadão aos cidadãos portugueses na Baixada Santista.

“Estamos com uma esperança de receber a máquina que emite o cartão cidadão, se isso acontecer é mais um passo à frente para o Consulado Honorário de Portugal em Santos” afirmou Armênio Mendes dizendo que, se isso não acontecer: “Se não acontecer vai ser um desastre porque hoje nós estamos mandando para Portugal, e não sabemos quanto tempo demora. Significa caminhar de costas, e não gostamos disso, nós gostamos de caminhar e ir em frente, não para trás”.

Segundo o cônsul-honorário, Carolina Almeida, a assessora do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas José Cesário, disse que a máquina está sendo “ajustada” para enviar. “Essa notícia foi ela que nos deu. Portanto eu espero que em breve, tenhamos essa notícia definitivamente”, referiu.



 

 
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